Você fecha seus arquivos sem, antes, salvá-los no computador?
Então, por que motivo, antes de dormir, não salva as boas lembranças do dia no seu coração e deleta as ruins?
segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
ACRÓSTICO SOBRE PERDÃO
Perdoar, verbo tão falado, virtude tão difícil de se praticar.
Exatamente porque é difícil se praticar, se fala muito dele.
Raramente se encontra alma que o dê com facilidade.
Dificilmente se encontra coração em paz que não perdoou.
A verdade, porém, é que o perdão é como lâmpada.
O primeiro ponto a ser iluminado é o interior de quem perdoa.
Exatamente porque é difícil se praticar, se fala muito dele.
Raramente se encontra alma que o dê com facilidade.
Dificilmente se encontra coração em paz que não perdoou.
A verdade, porém, é que o perdão é como lâmpada.
O primeiro ponto a ser iluminado é o interior de quem perdoa.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A MELHOR RECEITA
Muita gente se admira de ter oferecido um bom conselho, uma boa orientação ou uma boa dica para alguém e que este alguém não seguiu o conselho, a orientação ou a dica oferecida.
E o ditado popular diz que se conselho fosse bom seria vendido e não dado.
A admiração de quem se frustra com a escolha dos outros é uma imaturidade, e o ditado popular acima descrito é uma tolice.
A admiração é uma imaturidade porque, muitas vezes, o conselheiro, o orientador e o "dicador" não entende que o "problema" do outro tem uma função estabilizadora na economia psíquica da pessoa, de modo que "resolver" este problema seria quebrar o equilíbrio e, portanto, gerar outro problema ainda maior, o que não se apresenta como "bom negócio" para a pessoa. É por isto que ela não segue o que parece ser uma excelente diretriz de vida, pelo menos não até que tenha outros meios de manter sua economia psíquica equilibrada.
E o ditado é uma tolice por dois motivos, primeiro porque se conselho não fosse coisa boa nunca seria pedido, e muitas vezes é pedido; depois porque tem muita coisa vendida que nem é boa, pelo contrário, é péssima (a exemplo do cigarro, vendido legal e livremente, mas é tudo de ruim, nada de bom na vida do fumante nem de quem com ele convive).
Deste modo, é preciso que nos disponhamos sim para darmos conselhos, mas que tenhamos cautela para saber se é momento, tranquilidade para com a possibilidade de não serem nossas orientações seguidas, e certeza de que a melhor maneira de orientar bem as pessoas é orientar bem nossa própria vida.
E o ditado popular diz que se conselho fosse bom seria vendido e não dado.
A admiração de quem se frustra com a escolha dos outros é uma imaturidade, e o ditado popular acima descrito é uma tolice.
A admiração é uma imaturidade porque, muitas vezes, o conselheiro, o orientador e o "dicador" não entende que o "problema" do outro tem uma função estabilizadora na economia psíquica da pessoa, de modo que "resolver" este problema seria quebrar o equilíbrio e, portanto, gerar outro problema ainda maior, o que não se apresenta como "bom negócio" para a pessoa. É por isto que ela não segue o que parece ser uma excelente diretriz de vida, pelo menos não até que tenha outros meios de manter sua economia psíquica equilibrada.
E o ditado é uma tolice por dois motivos, primeiro porque se conselho não fosse coisa boa nunca seria pedido, e muitas vezes é pedido; depois porque tem muita coisa vendida que nem é boa, pelo contrário, é péssima (a exemplo do cigarro, vendido legal e livremente, mas é tudo de ruim, nada de bom na vida do fumante nem de quem com ele convive).
Deste modo, é preciso que nos disponhamos sim para darmos conselhos, mas que tenhamos cautela para saber se é momento, tranquilidade para com a possibilidade de não serem nossas orientações seguidas, e certeza de que a melhor maneira de orientar bem as pessoas é orientar bem nossa própria vida.
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